quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Samba de roda



Minha alma se foi,
saiu...
para dançar
Numa noite que ela quis
e caiu...
na roda

No espaço não se localizou
Mas nem todo mundo observou
que tonta, não cansou de girar

No compasso mostrou que é bamba
No gingado entendeu-se samba
Não importa saber dançar.




terça-feira, 4 de setembro de 2012

III




O Traje

Da pele que se interpõe
A dor na alma
E o grito seco tingindo
A toda causa

O Trajeto

Vagueio nas costas do absurdo
Silencio?  eu demasiadamente surdo
Visão? eu no saturado escuro
De mim mesmo, do mundo.

 Ou Trajetória?

Caminho infinito
Até encontrar os meios
É a batida e seus anseios
Nunca limitando
O lirismo e seus devaneios

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

O "ser" no vazio de cada um de nós. O corpo como recipiente...


"Um homem, para seu assombro, repentinamente torna-se consciente de sua existência após um estado de não-existência de muitos milhares de anos; vive por um breve período e então, novamente, retorna a um estado de não-existência por um tempo igualmente longo"...
..."Tempo é um elemento em nosso cérebro que, por meio da duração, cria uma semelhança de realidade na existência absolutamente vazia das coisas e de nós mesmos.". (Arthur Schopenhauer)